Estas imagens estão já com algumas semanas, e como tal não é este o aspecto actual da horta.
Mas como já tinha as imagens editadas e preparadas para o blogue não as quis deitar fora; e também dá outra perspectiva das etapas que leva esta temporada.
Se tudo correr bem na próxima semana faço um post com imagens actuais!
A imagem que se segue foi retirada em 14 de Junho, portanto este melão já está um pouco maiorzito...
Mas (há sempre um "mas"...), com uma semana adentro de Julho e as minhas cucurbitáceas ainda não possuem frutos (melões, meloas, melancias, pepino, potimarron e musquée de provence). Só mesmo flores.
Para compor o ramalhete...hoje dou com um dos pés de melões (e só cultivo 2 pés) murcho... Porquê não sei (?), mas sei que esta noite voltou a chover razoavelmente.
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| Imagem da melancia Orangeglo colhida no 10 de Junho. Neste momento terá um metro e meio de comprimento; mas quanto a frutos nem vê-los. E nem flores... E esta melancia "devia" ter um mínimo de 60 dias de maturação, a contar desde a nascença do fruto. Só lá para o fim de Setembro... E já deito foguetes... |
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| Ervilhas de trepar que já acabaram. A imagem é de 22 de Maio. |
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| Beterraba vermelha, mas que desconheço a espécie. adquiri as plantas pequenitas na feira de Ponte de Lima a um agricultor/feirante. Prefiro, de longe, a Golden (beet); mas deixei "terminar o prazo de validade" das sementes, e agora perdi a espécie. |
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| Imagem retirada em 31 de Maio, da fileira de tomateiros. Como já referi no início deste post, e se houver tempo...na próxima semana faço um post com imagens actuais da horta. |
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| As duas imagens que se seguem foram retiradas em 19 de Junho. Vê-se a minha "queda" para proteger os tomateiros, pois este ano o plástico não sai...a não ser que as temperaturas aumentem. É claro que nos dias de Sol eu retiro o plástico, mas à noite volta pois com mínimas de 12 ou 13 graus não confio...Mas já houve várias noites que não coloquei o plástico - basta saber que as mínimas de temperatura serão acima dos 15 graus! |
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| Se não estou em erro (?), o comprimento do plástico, e da fileira de tomates, é de 8.5m; isto para dizer que só prendo as quatro ponteiras do plástico. Depois coloco duas cordas por cima, a metro e meia do centro para cada lado, e prendo ao chão (estacas). Só para prevenir rajadas de vento...Até à data tem aguentado bem, e o plástico já é de 2010. |
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| Imagem colhida no dia 3 de Junho. Deve dizer que estes tomateiros que aqui se vêm são só 10 pés, e que estão muito mais avançados que os outros 10. Eu já o havia referido na altura, quando os transplantei para a horta, que só tinha colocado 10 pés, pois o restante estava muito pequeno. Destes pés que transplantei "dentro da data" para a horta, eu conto degustar tomates ainda este mês de todos eles. Já os outros 10 pés que foram para a horta 3 semanas mais tarde, e que pelos meus cálculos...só degustarei tomates para daqui a 5 semanas...no mínimo... O branco/amarelo que se vê nos bordos do rego é enxofre em pó. Coloquei isto na altura que fiz o rego e para afugentar os gatos (não remexerem o solo), e a verdade é que resultou. Neste momento já não preciso de deitar enxofre, pois tenho uma fileira de cravos da Índia num dos lados, e no outro uma de basílico roxo. |
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Este tomateiro nasceu onde se encontra, sem a minha ajuda planeada.
Não sei que espécie é mas já deu para perceber que os tomates são
cerejas.
Em 2011 o tomate cereja que havia mais perto deste era o Gelb Dettilwein,
mas este não é essa espécie, pois o primeiro têm a forma de uma pêra e este é
redondo. Deixei-o crescer – e foi o único, pois houve mais nascenças
“espontâneas” na horta -, apenas para me servir de pesquisa.
Hei-de voltar a falar deste tomateiro, com mais imagens e comentários, porque
é de interesse comum.
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Esta “papa” que se vê dentro da picadora é consolda, e serviu para
“sarar” os tomateiros.
Barrei com esta “pomada” a base dos ramos que foram devastados – para
“arejar” os tomates.
Verdade seja dita: aquilo ficou muito “besuntado”… depois de seco, mas o
resultado até à data tem me agradado imenso.
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Um destes dias reparei numa abelha fora do normal…pelo menos para mim,
pois nunca havia visto um abelhão roxo.
Como andava às voltas da porta de madeira, a colher “lascas” para fazer o
seu ninho (faço a comparação às vespas, pois estas todos os anos colhem ali da
porta as lascas/serrim), deu tempo para ir dentro de casa buscar a máquina
fotográfica, e cá está o resultado: ficou para a posteridade…
Muito “mansinha”, pois esteve ali bastante tempo comigo junto da porta,
onde a tentei tocar por várias vezes, mas que não se deixou…Mas também nunca
senti da parte dela qualquer ameaça. Simplesmente fugia dos meus dedos.
Gostava de a conhecer melhor (a espécie a que pertence. Que flores
poliniza. Etc.)!
Nunca mais a voltei a ver.
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E já que estou no “tema”, aproveito para vos colocar uma questão: por
acaso nas vossas hortas, e este ano, têm notado uma ausência das abelhas, ou
está normal?!?
Aqui é mesmo um “deserto” de ausência, pois os abelhões desapareceram por
completo – não vejo um único, e normalmente nos anos anteriores andam aqui
bastantes nas laranjeiras e limoeiro, e num Limpa Garrafas da vizinha costuma
estar carregado destes pachorrentos bichinhos, mas este ano nem uma.
E as abelhas que polinizam as cucurbitáceas – que não são os abelhões -,
estão também desaparecidas.
Eu não vou polinizar os melões!…
É mesmo o fim dos tempos… Pobres e ricos, velhos ou novos…vamos todos
desta…
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Estas
flores obtive-as em 2010, numa troca de sementes, onde a pessoa que pedia das
minhas sementes hortícolas só tinha para oferecer flores.
Eu
aceitei a troca, apesar de não perceber nada de flores, mas também não podia ser
“descortês” com o parceiro da troca.
A
pessoa enviou-me várias espécies de sementes de flores, que eu “feito bronco”
deixei perder…ao não colher sementes, e agora só me restam duas espécies (a
contar com esta).
Não
sei o nome desta flor em português (?): em francês chama-se “coquelourd des
jardins”. Em latim é Silene coronária.
Só
ao segundo ano é que deram flor.
São
muito bonitas!
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?????? Desconheço o nome desta flor?
Mas é linda, e tenho várias aqui na horta!
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Sai-me cada girassol na rifa…
Mas isto é de família ou quê?...
Já me apeteceu chamar-lhe “qualquer coisa”…
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As
duas imagens que se seguem mostram outra das flores que recebi na troca de
sementes, que já relatei mais acima deste artigo.
Em
francês chama-se “rose trémière”, e o nome latim é Alcea Rósea L.
Fiz
uma busca na net e descobri que por “cá” talvez se chame Malva-da-Índia – mas
sem certezas…
São
bonitas e preenchem bem um espaço, mas os caracóis devoram as folhas todas.
Impressionante!
Havia
de três cores: estas duas das imagens e mais uma roxa. Estas duas já foram à
vida…pois há aqui nas redondezas quem goste de destruir o que é dos outros, com
herbicida, água quente, lixívia ou sal. Garanto que não é ficção.
Estas
duas mais uma roxa estavam num canteiro fora da horta, e já morreram todas.
Tenho outra 3 na horta (duas roxas e uma com o da segunda imagem), e estão
firmes e hirtas… Portanto, porque é que umas morrem e outras não?????????
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Esta paisagem fica a uns 8km de onde habito (+/=),
mas em linha recta será mais perto.
É uma freguesia situada no meio das serras,
“afastada da civilização”, pois para lá chegar há necessidade de passar pelo
meio dos montes/pinheiral.
Só lá tinha ido uma vez, há uns 16 a 20 anos atrás.
Um local bonito e tranquilo, e por isso não irei
divulgar o nome da terra (deixa-los na santa paz). Apenas tenho a “reclamar”,
com muita mágoa e tristeza de ver estas serras já demasiado despidas, fruto dos
criminosos sem escrúpulos que a incendeiam quase todos os anos… Lobys
madeireiros, construção imobiliária, empresas privadas de helicópteros etc. É
uma infinidade de corruptos sem valores morais, a “chuparem da vaquinha” até ao
tutano… A consciência desta gente deve ser feita de fumo…
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