sábado, 28 de junho de 2014

Esteves na Horta - 2014














 Couve Galega frisada




 Consolda


 Ruibarbo
 Tomateiros nascidos na compostagem

12 comentários:

Lua disse...

Bom dia,
Parabens pela horta!
Reparei que tem ruibarbo. Eu ando ha algum tempo a tentar encontrar. Pode dizer-me onde comprou?
Obrigada.

Paixão da Horta disse...

Olá Lua!

Agradeço o seu comentário e incentivo.
Respondendo à sua questão: as imagens deste post não me pertencem - nem a horta nem os frutos e legumes.
Desta vez não deixei um comentário de explicação, e como tal, por falha minha, induzi as pessoas em erro.
As minhas desculpas.
As imagens deste post são da autoria do Rui Esteves, um amigo da net que conheço desde 2009, e do qual, desde então, trocamos mails regularmente, etc.
Como estava sem grandes imagens para inserir no blogue, pedi ao Rui autorização para publicar imagens da sua horta, o que ele acedeu gentilmente.
Aproveito também para lhe "convidar" a espreitar mais estes 2 posts/artigos sobre a horta do Rui Estves:

http://paixaodahorta.blogspot.pt/2012/04/esteves-na-horta.html

http://paixaodahorta.blogspot.pt/2013/04/esteves-na-horta-ii.html

Informo-lhe que esta semana o Rui está indisponível para comentar na net mas, logo que possível, (próxima semana?...) e quando ele ler este seu comentário, com certeza que lhe responderá à sua questão.

Saudações,
António

Rafael Carvalho disse...

Embora no anonimato, sou seguidor deste blogue já faz algum tempo. Excelente blogue!
Sou um aprendiz de agricultor há pouco mais de meio ano. Relativamente ao tomateiro tenho uma dúvida. Existindo diversas variedades de tomateiro coabitando no mesmo espaço, as sementes que se retiram de uma determinada variedade originam descendentes dessa variedade ou as variedades podem surgir misturadas?
Cumprimentos.

Paixão da Horta disse...

Rafael, também já conhecia o seu blogue; só não o visitava muito porque me esqueci de o inserir aqui no link "Hortas com novidades"; mas principalmente por o seu blogue ser "um pouco pesado"! Eu explico melhor: você deixa vários artigos por página (eu só deixo um) e por esse facto (julgo eu...) demora muito tempo abrir a página inicial do seu blogue.
Não leve a mal a minha sugestão mas, se você só deixar um artigo (no máximo dois...) por página isso vai facilitar imenso os seus visitantes com internet mais lenta...

Paixão da Horta disse...

Em relação à sua questão:

«Existindo diversas variedades de tomateiro coabitando no mesmo espaço, as sementes que se retiram de uma determinada variedade originam descendentes dessa variedade ou as variedades podem surgir misturadas?»

Bem, nos tomateiros não há assim tanta "facilidade" de ocorrer hibridações como acontece no caso das cucurbitáceas!
Para não estar aqui a citar os porquês da afirmação anterior, pois levaria muita prosa(abelhas, outros insectos, vento, flores, etc)...passo logo à finalização...
Resumindo: a hibridação é com toda a certeza absoluta possível de acontecer nos tomateiros - em menor escala do que outras plantas/flores -, principalmente se o horticultor cultivar várias variedades na sua horta (é o meu caso) e em polinização aberta!
Para proteger as variedades mais estimadas, ou todas as cultivadas, e assim no ano seguinte obter frutos idênticos à variedade "em questão", deve o horticultor proteger um cacho de flores com um protecção apropriada, que no meu caso é um saco de organza (à venda nos chineses a 0.50 cada, etc).

Veja o seguinte link, e faça atenção às imagens "número" 7 e 8!

http://paixaodahorta.blogspot.pt/2012/07/novas-imagnes-da-horta.html

O saco de organza deve ser colocado sempre num cacho ainda com as flores fechadas - normalmente eu utiliza sempre para esta tarefa um cacho nascido de um ladrão, pois são mais fáceis para inserir o saco.
Igualmente, após o saco inserido, deve-se sacudir o cacho uns 20 segundos todos os dias até se ver um tomate(s) do tamanho de uma ervilha.
A explicação do "abanar" é simples, ou seja, normalmente os tomateiros (flores) são polinizados graças ao vento (também há pequenos insectos que "ajudam" mais a maior percentagem pertence mesmo ao vento), e quando o cacho se encontra coberto por um saco de protecção (organza, etc), e bem fechado, as flores do tomateiro já não podem ser polinizadas pelos insectos e o vento já não "penetra tanto (ou melhor, com o saco inserido as flores não são tão sacudidas pelo vento).
Não esqueça depois de assinalar os tomates protegidos! Eu coloco um adesivo no pedúnculo mais próximo, com muito cuidado para não partir. Só retiro o saco de organza quando tenho no mínimo 3 tomates nascidos - dependendo da variedade -, e com o tamanho de uma cereja.

Rafael, espero ter ajudado!
Agradecido pelo comentário.

Cumprimentos,
António

Rafael Carvalho disse...

Obrigado pela esclarecedora explicação.
Cumprimentos.

Sansoni7 disse...

Olá
Belíssima e bem tratada horta tem o Rui Esteves...parece um jardim.

Caro amigo, pode por favor dar umas dicas relativamente á poda dos tomateiros?
Obrigado
Cumprs
Augusto

Paixão da Horta disse...

Viva Augusto!

Se você escrever a sua questão e se eu souber, respondo.

Saudações,
António

Sansoni7 disse...

Olá
Obrigado, António
A questão é simples:
Herdei o hábito de, quando os tomateiros já têm fruto, cortar parte de cada uma das folhas da planta, por forma a que o sol entre nos frutos e para que a planta «puxe» pelo fruto e não pelas folhas. Isto está correcto ou a planta precisa da totalidade das folhas para sintetizar a seiva.

Claro que também corto os «rebentos ladrões»...

Cumprs
Augusto

Paixão da Horta disse...

Viva Augusto!

Lamento só responder agora mas não houve possibilidade de ser mais cedo.

Em relação à sua questão - e não sendo eu um profissional para da a melhor resposta, mas sim a possível…-, no entanto tenho uma dúvida: você diz que “corta parte de cada uma das folhas da planta”, eu pergunto-lhe: que parte???
Corta alguns ramos por pé e junto da “axila” (como eu faço), ou corta em todos os ramos folhas (ou seja, corta parte do ramo, mas em todos os ramos da planta)???
Se cortar só alguns ramos por pé, e “junto” da axila/tronco não haverá grande dano no tomateiro, e claro está, ajuda o sol a penetrar e a ter tomates maduros mais cedo. No entanto, lembro que qualquer corte que o tomateiro sofra, exactamente aí está “a porta escancarada” para a doença penetrar.
Eu agora para evitar doenças…por causa dos cortes dos ramos, trituro na picadora caules de consolda e algumas poucas folhas de salvia e esfrego “esta pomada” em cada corte da planta que faço.
Esta “mezinha” é um feeling pessoal…
Não sei se por ali entra doença (os cortes dos ramos) mas garanto que a pomada deixa a “amputação” (cruzes-credo…) bem cicatrizada!

Saudações,
António

Sansoni7 disse...

Olá António
Obriado pela explicação.

Eu corto a parte terminal de 80% dos ramos da planta, deixando as primeiras duas folhas em cada um deles.

Qual a diferença para cortar todo o ramo pela axila?
Obrigado.
Cumprs
Augusto

Paixão da Horta disse...

Viva Augusto!

Sinceramente acho que "andamos os dois" aqui "embrulhados" em explicações...
Para nos entendermos de vez...e se possível, tire algumas fotos a um tomateiro capado por si e envie-me para o seguinte mail: paixaopelahorta(arroba)hotmail.com
Depois de ver as imagens eu respondo-lhe no mail, ok?.
Saudações,
António